quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Especial: Farinhas sem glúten II


Bem-vindos ao segundo capítulo do especial sobre farinhas!!

Semana passada foram apresentadas 10 tipos de farinhas, dentre elas: farinha de arroz, de arroz integral, de soja, de grão de bico, fécula de batata, amido de milho, polvilho doce, polvilho azedo, fubá e goma xantana.

E hoje falaremos sobre mais alguns tipos e suas utilizações. Vamos começar?!

Farinha de arroz glutinoso: é resultado da moagem de um arroz de grão curto proveniente da Ásia. É denominado dessa forma por se manter aglutinado, ou seja, "unidos venceremos" haha  É bastante utilizada para engrossar molhos e na panificação.

Farinha de araruta: possui sabor neutro e pode ser usada em substituição à tapioca e ao amido. Possui fácil digestão e é comumente utilizada no preparo de mingaus, bolos e biscoitos.

Farinha de quinoa: pode ser usada para nas mais variadas receitas, como pães, bolos e biscoitos. É rica em proteínas e aminoácidos.

Farinha de linhaça: usada para aumentar a porcentagem de fibras nas receitas, ela também é rica em proteínas, ácidos graxos e lignana (composto que pode ser útil na prevenção do câncer de mama).

Farinha de chia: também tem como principal utilidade aumentar as fibras da preparação. Além disso, tem ação antioxidante, anti-inflamatória, controla a pressão arterial, dentre outras vantagens para a saúde.

Farinha de castanha de caju: atribui valor energético e sabor. Super indicada para ajudar a diminuir os sintomas de fraqueza, depressão e nervosismo. Tem altos níveis de vitamina C e ferro.

Farinha de amêndoas: também é responsável por atribuir valor energético e sabor. Rica em vitamina E, ácido fólico e arginina (relaxa os vasos e equilibra a pressão arterial)

Farinha de banana verde: pode ser usada em diversas receitas, tais como bolos e biscoitos. Possui elevado índice de amido resistente, que atua promovendo sensação de saciedade, regulação dos níveis de açúcar no sangue e das taxas de triglicerídeos.

Farinha de maracujá: é feita da parte branca da casca do maracujá, e é muito rica em pectina (substancia que se transforma em  um gel quando atinge o estômago), por isso promove a saciedade e colabora no auxílio ao emagrecimento.

Goma Guar: assim como a goma xantana (que foi citada no post da semana passada), a goma guar também atua como substituto ao glúten, atribuindo elasticidade e estrutura à massa. Também tem propriedades espessantes, emulsificantes e estabilizantes. Obtida de uma planta nativa da Índia e do Paquistão, a goma é solúvel em água quente ou fria, e estável ao calor, podendo ser usada em bolos, tortas e pães.



Diferentemente das farinhas do primeiro post, estas já são um pouquinho mais difíceis de encontrar e com preços um pouco mais elevados, como a farinha de amêndoa, por exemplo, que custa em média R$ 50 o quilo. Calma! Mantenha o foco... temos notícias animadoras por aqui também.

A notícia boa é que a maioria dessas farinhas não são utilizadas como base, e sim como um aditivo de sabor e nutrientes nas receitas, portanto, nada de ficar triste e desistir de fazer as receitas do blog haha

Espero que tenham gostado! Semana que vem tem o último capítulo da série "Farinhas sem glúten". Fiquem ligados!!

Até mais :)

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